sábado, 25 de agosto de 2012

Fabricante de espaçonave abre loja na Flórida

23/08/2012 - O Estado de S.Paulo

Reuters

A XCOR Aerospace, uma das poucas firmas norte-americanas que desenvolvem espaçonaves, planeja construir seus veículos e fazer voos com turistas, pesquisadores e carregamentos comerciais a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, anunciaram autoridades nesta quinta-feira.

A empresa privada, atualmente com sede em Mojave, na California, está desenvolvendo um avião espacial de dois lugares chamado Lynx, que deve ser lançado no começo de 2013.

A empresa espera fazer quatro voos por dia, a um custo de 95 mil dólares por pessoa. Os voos do Lynx são similares aos do que estão sendo oferecidos pelo SpaceShipTwo, um veículo de dois pilotos, capaz de levar seis passageiros, de propriedade da Virgin Galactic, braço norte-americano do Virgin Group, de Richard Branson, com sede em Londres.

A Virgin Galactic, que vende voos ao preço de 200 mil dólares por pessoa, planeja lançar seus voos a partir de um novo "espaçoporto" perto de Las Cruces, no Novo México. Seu primeiro veículo está sendo testado em Mojave pela fabricante Scaled Composites, subsidiária da Northrop Grumman.

As duas espaçonaves decolam horizontalmente e depois viajam a 100 quilômetros acima da superfície do planeta, antes de voltar à atmosfera. A viagem proporciona aos que estão a bordo alguns minutos na microgravidade e a visão da Terra contra a escuridão do Espaço.

(Reportagem de Irene Klotz)

 A estratégia dos grandes: rede de supermercados inova ao colocar prateleira virtual no metrô

21/08/2012 - Estadão.PME

Entenda como a tecnologia é - cada vez mais - fundamental para qualquer tipo de empreendimento

A rede Tesco, multinacional do segmento de supermercados, vivia um dilema. De que forma torna-se a empresa número um da Coréia do Sul mesmo tendo menos lojas do que sua principal corrente? A estratégia encontrada pela corporação foi interessante e, ao mesmo tempo, demonstra aos pequenos empresários que eles devem agregar novas tecnologias aos seus produtos e serviços imediatamente.

Após realizar pesquisas, a Tesco descobriu que os sul-coreanos eram o segundo povo no mundo que mais trabalhava e, assim, os executivos da rede concluíram que fazer compras no supermercado tomava um tempo que os clientes simplesmente não tinham.

Diante de informações coletadas no mercado, a rede inovou: decidiu levar a loja até os consumidores - e não estamos falando aqui de criar um site para compras online. Eles foram além.

A Tesco coloocou em estações do metrô displays com imagens dos produtos que comercializa idênticas às prateleiras dos supermercados. Mais do que isso: o consumidor poderia fazer compras ali mesmo, enquanto esperava pelo trem.

Funcionava assim: o cliente passava a câmera do celular em um QR Code colocado em cima de cada produto. Ao ler esse código, o celular conectado na internet levava o cliente ao sistema de vendas online da empresa. O consumidor informava a quantidade que desejava de cada produto e indicava a forma de pagamento. Pronto! No fim do dia, a compra estava em sua residência.

O sucesso da empreitada, informa a multinacional, fez com que as vendas online da Tesco aumentassem 130% após a ação - a empresa tornou-se a primeira colocada no ranking de vendas online do segmento e aproxima-se cada vez mais do objetivo inicial: torna-se a maior rede da Coréia do Sul em termos de lojas físicas.

Veja o vídeo e entenda como funcionou a ação:

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bonde volta à moda para melhorar trânsito

12/08/2012 - O Estado de S.Paulo

Para resolver seus problemas recorrentes de trânsito, uma série de cidades médias e grandes dos Estados Unidos está recorrendo a um velho meio de transporte que também já esteve em moda no Brasil: o bonde. Nos últimos cinco anos, pelo menos 20 cidades em diferentes partes do país já construíram ou estão construindo linhas modernas de bonde.

A justificativa principal para o fenômeno é estética, já que os bondes, ao contrário dos metrôs e trens leves (como os monotrilhos que estão sendo feitos em São Paulo), andam em trilhos feitos nas ruas e avenidas da cidade e têm de parar nos semáforos.

Segundo os defensores do modelo, os bondes são mais agradáveis que os ônibus e, por isso, teriam mais usuários dispostos a deixar o carro em casa para pegar esse modal.

Outra explicação citada por seus defensores é que eles ajudam a revitalizar áreas abandonadas das cidades e alavancar o mercado imobiliário, principalmente nas regiões centrais. Esses dois fenômenos foram medidos em Portland, no Estado do Oregon, na costa oeste americana. Ela foi a primeira cidade do país a criar uma rede de bonde moderno, em 2007. Avaliações feitas pelo governo local em 2009 mostraram que os dois objetivos foram alcançados.

Depois disso, pelo menos nove outras cidades dos Estados Unidos já construíram sua rede de bondes. Boa parte dos investimentos também pegou carona na crise econômica iniciada em 2007, já que algumas prefeituras e governos estaduais decidiram aumentar os investimentos para tentar alavancar a economia.

Críticas. Não é todo mundo que concorda com essas teorias. Charlotte, na Carolina do Norte, está discutindo a construção de uma linha de bondes de cerca de 6 quilômetros em seu plano de investimentos públicos para os próximos cinco anos.

Boa parte do legislativo local, porém, é contra o gasto de US$ 120 milhões para um meio de transporte que não tem garantia de ser mais rápido ou mais eficiente que os ônibus.

Eles também discordam da hipótese de que um bonde seria menos poluente que um ônibus. E citam como exemplo os trólebus - ônibus movidos à eletricidade. Em São Paulo, eles são conectados à rede elétrica por meio de cabos suspensos em sua parte superior, mas existem modelos mais recentes, como os híbridos, que não necessitam de rede aérea.

O mesmo debate ocorre hoje em Dallas, no Texas, onde uma linha de 2 km ao custo de US$ 40 milhões está sendo discutida. "Bondes quase nunca se movem rápido. Eles são grandes e pesados e mais difíceis de frear do que um carro. Por isso, têm de se mover com cuidado extra", afirmou, em editorial contrário ao meio de transporte, o jornal local Dallas Observer.

Exemplo. Para o consultor em transportes Horácio Figueira, a experiência americana não é uma boa opção para cidades como São Paulo. "Temos problemas muito graves de transporte. A primeira prioridade deve ser construir redes de corredores de ônibus com linhas tronco, áreas de ultrapassagem e mais modernos, que teriam bem mais capacidade de transporte. Só depois é que seria razoável experimentar modais alternativos como os bondes", afirmou.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Metrô de Londres bate recorde de passageiros durante os Jogos

12/08/2012 - Terra Brasil

Assim como alguns atletas nos Jogos Olímpicos, o metrô de Londres bateu um recorde: na última quinta-feira, transportou em um só dia 4,52 milhões de pessoas.


A Transport for London (TfL, sigla em inglês), responsável pela rede de transportes da capital britânica, destacou hoje que, desde o começo dos Jogos até a última quinta-feira, 51,47 milhões de pessoas utilizaram o metrô, 12,29 milhões a mais que no mesmo período do ano passado.

No penúltimo dia de competições, o serviço de trens, administrado pela National Rail, aumentou para 800 mil assentos sua capacidade, com trens e motoristas adicionais para encarar as horas de pico.

Segundo a TfL, o dia vem transcorrendo com normalidade e o transporte funciona com relativa pontualidade, apesar de haver "atividade extraordinária" nas áreas de Constitution Hill, Buckingham Palace e The Mall, zonas por onde passaram os concorrentes das provas de marcha atlética.

Por esse motivo, a TfL advertiu aos usuários com entradas para os eventos esportivos que preparem suas viagens com antecedência.

O bom tempo que faz em Londres aumente as expectativas para um grande público nas zonas onde se organizam eventos ao ar livre, como o Hyde Park e o Victoria Park.

O principal responsável pela segurança do transporte britânico, Andy Trotter, celebrou que as tarefas de vigilância nas linhas de trens e do metrô "transcorreram muito bem".

"O espírito olímpico contagiou milhares de pessoas que usam a rede (de transporte), com passageiros relaxados e felizes, inclusive durante as horas de pico. A paz prevaleceu e nossos agentes só tiveram que intervir em incidentes menores", explicou Trotter.

domingo, 12 de agosto de 2012

Greve do metrô gera guerra de acusações na Argentina

10/08/2012 - Portal Terra

O governo de Cristina Kirchner e a administração municipal se envolveram em uma guerra de acusações sobre a responsabilidade final do serviço metroviário.

O sexto dia de greve de trabalhadores do metrô de Buenos Aires gerou nesta quinta-feira uma guerra de acusações entre administrações e culminou com a intervenção da justiça, que exigiu que as partes solucionem um conflito que afeta cerca de 1 milhão de passageiros.

O promotor Federico Villalba solicitou à justiça que ordene à empresa concessionária do serviço de metrô, Metrovías, e aos sindicatos que convocaram a greve que retomem as atividades.

O pedido do promotor veio depois de horas de reunião entre representantes do governo da cidade e dos sindicatos que demandam melhoras salariais, que ainda não chegaram a um acordo para dar fim o conflito.

A reunião foi realizada a pedido da juíza portenha Patricia López Vergara, que intimou hoje as partes a negociarem, porque "o conflito social justifica a urgência (...), os cidadãos não podem ser reféns de duas jurisdições".

"Busquei, dentro da jurisdição da cidade, desarmar a situação de tensão em que a cidade se encontra", afirmou a juíza.

Enquanto a Justiça tenta encontrar uma saída para o conflito, o governo federal de Cristina Kirchner e a administração municipal, liderada pelo conservador Mauricio Macri, se envolveram em uma guerra de acusações sobre a responsabilidade final do serviço metroviário.

Macri responsabilizou pelo conflito setores sindicais governistas e insistiu que não pode administrar o transporte subterrâneo, como reivindica o governo de Cristina, que transferiu o metrô às autoridades portenhas em janeiro passado, mas retirou os milionários subsídios que destinava ao serviço.

O prefeito sustentou que a cidade não tem "meios de financiar" o metrô e exigiu financiamento à administração federal antes de se responsabilizar "por algo que está quebrado econômica e tecnicamente e que põe em risco a vida das pessoas".

"Não posso dizer ao povo ''vamos ficar com o metrô e para isso vou fechar as creches''", argumentou Macri, que sugeriu à presidente "ir ao Banco de Desenvolvimento Interamericano e pegar empréstimos para 30 anos para fazer todas as obras que fazem falta".

A empresa concessionária do serviço, Metrovías, respondeu em comunicado ao prefeito que o metrô "é um meio totalmente seguro" e manifestou que confia em uma rápida solução para greve, que já é a mais longa da história.

Enquanto isso, o ministro do Interior e Transporte argentino, Florencio Randazzo, afirmou hoje que "não só o município deve ser responsável pelo metrô", como deveria prestar contas sobre o destino de seus fundos públicos.

Por sua vez, o porta-voz da Associação Sindical de Trabalhadores do Metrô e do Bonde, Enrique Rositto, expressou sua satisfação pela sentença judicial e advertiu que "seria escandaloso que o governo municipal não cumprisse com suas obrigações".

Os trabalhadores, que mantêm a medida por tempo indefinido, reivindicam um aumento salarial de 28%, além de outras reivindicações de melhoras em condições trabalhistas e de prestação do serviço. EFE

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Bombardier assina contrato para operar monotrilho nos EUA

07/08/2012 - Bombardier

A Bombardier Transportation anunciou a assinatura de um contrato com a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey (PANYNJ), para fornecer serviços de operação e manutenção (O&M) durante um período de mais dez anos, e também para realizar um programa de substituição de ativos de capital com o objetivo de garantir a continuidade do desempenho ideal do sistema.  O contrato tem um valor aproximado de 243 milhões de dólares americanos (197 milhões de euros), e terá início no dia 3 de agosto de 2012.

O sistema AirTrain do Aeroporto Internacional Newark Liberty foi inaugurado em 1996. Trata-se do primeiro sistema de monotrilho do mundo totalmente automatizado para um aeroporto internacional. Uma frota de 12 trens BOMBARDIER INNOVIA Monotrilho 100, com seis carros cada um, atendia originalmente três terminais do aeroporto, três estações em estacionamentos remotos e um centro de locação de automóveis, circulando por uma via elevada exclusiva com 3 quilômetros de extensão e duas pistas. Desde então, o sistema foi estendido para a linha férrea do Corredor Nordeste (NEC, na sigla em inglês), aumentando seu comprimento para 4,7 quilômetros e expandindo a frota para 18 trens com seis carros cada.

Com mais de 100 especialistas em operações e manutenção trabalhando no local, a Bombardier fornece serviços de O&M desde a inauguração do sistema. Mais de 33 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto no ano passado. Para atender a esse elevado volume de passageiros, o sistema funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano. Partindo do conhecimento acumulado ao longo dos últimos 16 anos, a Bombardier está encarando o desafio de aprimorar o desempenho e aumentar a vida útil do sistema para além de 2020. As obras de renovação do ativo, anunciadas hoje, incluem a revisão dos principais subsistemas, incluindo os próprios veículos, trilhos, sistemas de comunicação e distribuição de energia e o veículo de recuperação e manutenção.

Eran Gartner, Presidente de Sistemas da Bombardier Transportation, declarou: “nossos serviços inovadores, voltados para o cliente e com otimização de custos, tiram proveito da experiência mundial da Bombardier na área de transportes públicos. Vamos garantir que o sistema AirTrain de monotrilho continue sendo a espinha dorsal do transporte terrestre no Aeroporto Internacional Newark Liberty, transportando milhares de passageiros diariamente até 2020 e nos anos que virão. Newark e as operações paralelas do AirTrain no aeroporto JFK são exemplos sólidos da carteira de projetos da Bombardier”.

A Bombardier Transportation é líder em inovação no setor de mobilidade sustentável. Os sistemas automatizados e de alta confiabilidade da empresa apresentam soluções para a urgente necessidade de priorizar o transporte ferroviário, e não o rodoviário, com o objetivo de reduzir os congestionamentos e a poluição nos grandes centros urbanos e em importantes aeroportos.

Os sistemas automatizados INNOVIA atendem a comunidades de todo o mundo há mais de 40 anos. Muitos desses sistemas se beneficiam dos serviços da Bombardier, que cobrem todo o ciclo de vida dos produtos e garantem atendimento para operação e manutenção. Os sistemas já instalados incluem Frankfurt [1], Alemanha; Roma[1], Itália; Kuala Lumpur, Malásia; Cingapura; Madri[1], Espanha; Atlanta[1], Dallas Fort/Worth[1], Denver[1], Houston[1], Miami, Orlando, Pittsburgh, São Francisco[1], Sacramento[1], Seattle-Tacoma e Tampa, nos Estados Unidos. Também nos EUA, a Bombardier fechou um contrato de O&M com o Phoenix Sky Harbor[1],com abertura em 2012.

O Monotrilho de alta capacidade para a Linha-2 do Metrô de São Paulo

O sistema de Monotrilho que está sendo construído pelo consorcio Expresso Monotrilho Leste (integra Queirós Galvão, OAS e Bombardier), será a expansão da Linha 2-Verde da rede do Metrô de São Paulo, e ligará as regiões de Vila Prudente e Cidade Tiradentes. Com uma extensão de 24 km e 17 estações, ele contará com 54 novos trens de monotrilho de alta capacidade circulando. Cada trem pode transportar 1000 (um mil) passageiros, atinge uma velocidade máxima de 80 km/h e pode circular com intervalos mínimos de 75 segundos entre cada composição. Assim, o sistema terá capacidade para atender a uma demanda de até 48.000 passageiros por hora e por sentido (phps), transportando mais de meio milhão de pessoas cada dia.

Atualmente, este percurso leva mais de duas horas para ser percorrido, e o novo sistema INNOVIA Monotrilho de alta capacidade vai reduzir esse tempo de viagem para apenas 50 minutos, os moradores da zona leste de São Paulo vão assim ganhar três horas de tempo disponível cada dia.

[1] Refere-se a sistemas com serviços completos de Operação & Manutenção (O&M) da Bombardier.

Bombardier assina contrato para operar monotrilho nos EUA

07/08/2012 - Bombardier

A Bombardier Transportation anunciou a assinatura de um contrato com a Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey (PANYNJ), para fornecer serviços de operação e manutenção (O&M) durante um período de mais dez anos, e também para realizar um programa de substituição de ativos de capital com o objetivo de garantir a continuidade do desempenho ideal do sistema.  O contrato tem um valor aproximado de 243 milhões de dólares americanos (197 milhões de euros), e terá início no dia 3 de agosto de 2012.

O sistema AirTrain do Aeroporto Internacional Newark Liberty foi inaugurado em 1996. Trata-se do primeiro sistema de monotrilho do mundo totalmente automatizado para um aeroporto internacional. Uma frota de 12 trens BOMBARDIER INNOVIA Monotrilho 100, com seis carros cada um, atendia originalmente três terminais do aeroporto, três estações em estacionamentos remotos e um centro de locação de automóveis, circulando por uma via elevada exclusiva com 3 quilômetros de extensão e duas pistas. Desde então, o sistema foi estendido para a linha férrea do Corredor Nordeste (NEC, na sigla em inglês), aumentando seu comprimento para 4,7 quilômetros e expandindo a frota para 18 trens com seis carros cada.

Com mais de 100 especialistas em operações e manutenção trabalhando no local, a Bombardier fornece serviços de O&M desde a inauguração do sistema. Mais de 33 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto no ano passado. Para atender a esse elevado volume de passageiros, o sistema funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano. Partindo do conhecimento acumulado ao longo dos últimos 16 anos, a Bombardier está encarando o desafio de aprimorar o desempenho e aumentar a vida útil do sistema para além de 2020. As obras de renovação do ativo, anunciadas hoje, incluem a revisão dos principais subsistemas, incluindo os próprios veículos, trilhos, sistemas de comunicação e distribuição de energia e o veículo de recuperação e manutenção.

Eran Gartner, Presidente de Sistemas da Bombardier Transportation, declarou: “nossos serviços inovadores, voltados para o cliente e com otimização de custos, tiram proveito da experiência mundial da Bombardier na área de transportes públicos. Vamos garantir que o sistema AirTrain de monotrilho continue sendo a espinha dorsal do transporte terrestre no Aeroporto Internacional Newark Liberty, transportando milhares de passageiros diariamente até 2020 e nos anos que virão. Newark e as operações paralelas do AirTrain no aeroporto JFK são exemplos sólidos da carteira de projetos da Bombardier”.

A Bombardier Transportation é líder em inovação no setor de mobilidade sustentável. Os sistemas automatizados e de alta confiabilidade da empresa apresentam soluções para a urgente necessidade de priorizar o transporte ferroviário, e não o rodoviário, com o objetivo de reduzir os congestionamentos e a poluição nos grandes centros urbanos e em importantes aeroportos.

Os sistemas automatizados INNOVIA atendem a comunidades de todo o mundo há mais de 40 anos. Muitos desses sistemas se beneficiam dos serviços da Bombardier, que cobrem todo o ciclo de vida dos produtos e garantem atendimento para operação e manutenção. Os sistemas já instalados incluem Frankfurt [1], Alemanha; Roma[1], Itália; Kuala Lumpur, Malásia; Cingapura; Madri[1], Espanha; Atlanta[1], Dallas Fort/Worth[1], Denver[1], Houston[1], Miami, Orlando, Pittsburgh, São Francisco[1], Sacramento[1], Seattle-Tacoma e Tampa, nos Estados Unidos. Também nos EUA, a Bombardier fechou um contrato de O&M com o Phoenix Sky Harbor[1],com abertura em 2012.

O Monotrilho de alta capacidade para a Linha-2 do Metrô de São Paulo

O sistema de Monotrilho que está sendo construído pelo consorcio Expresso Monotrilho Leste (integra Queirós Galvão, OAS e Bombardier), será a expansão da Linha 2-Verde da rede do Metrô de São Paulo, e ligará as regiões de Vila Prudente e Cidade Tiradentes. Com uma extensão de 24 km e 17 estações, ele contará com 54 novos trens de monotrilho de alta capacidade circulando. Cada trem pode transportar 1000 (um mil) passageiros, atinge uma velocidade máxima de 80 km/h e pode circular com intervalos mínimos de 75 segundos entre cada composição. Assim, o sistema terá capacidade para atender a uma demanda de até 48.000 passageiros por hora e por sentido (phps), transportando mais de meio milhão de pessoas cada dia.

Atualmente, este percurso leva mais de duas horas para ser percorrido, e o novo sistema INNOVIA Monotrilho de alta capacidade vai reduzir esse tempo de viagem para apenas 50 minutos, os moradores da zona leste de São Paulo vão assim ganhar três horas de tempo disponível cada dia.

[1] Refere-se a sistemas com serviços completos de Operação & Manutenção (O&M) da Bombardier.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Monotrilho de Riade tem quatro consórcios inscritos

03/08/2012 - Railway Technology

A Arábia Saudita listou quatro consórcios para a oferta de propostas técnicas e financeiras para a construção do projeto do monotrilho de Riade.

Os quatro grupos incorporam 33 empresas de 15 países diferentes, incluindo os principais fabricantes de monotrilho do mundo inteiro.

O Alto Comissariado de Desenvolvimento de Riade (HCRD), que lançou a licitação para o projeto, listou os consórcios a partir das 38 propostas que recebeu; os quatro grupos listados agora têm quatro meses para enviar suas propostas técnicas e financeiras.

O grupo vencedor será responsável pela construção de uma rede subterrânea, pelo fornecimento de trens elétricos e pela construção de pontes e túneis de metrô, juntamente com todas as obras de projeto e engenharia para o projeto.

A linha ferroviária elétrica de 175 km ligará o aeroporto de Riade a outras partes da cidade, incluindo o novo centro financeiro King Abdullah.

A empresa francesa Vinci lidera o primeiro grupo, que inclui Almabani General Contractors e Consolidated Contractors Company, ambas da Arábia Saudita, Siemens (SIE) e Aecom.

O segundo grupo é composto por 11 empresas, lideradas pela canadense Bombardier, juntamente com a saudita Al Rajhi Holding, a sul-coreana GS Engineering & Construction e a britânica Serco, entre outras.

O terceiro grupo é composto por sete empresas, que incluem a francesa Alstom Transport e a sul-coreana Samsung C&T, e é liderado pela espanhola FCC Construction.

O quarto consórcio é liderado pela empresa Strabag, da Áustria, e inclui Ansaldo, Stadler Rail, Larsen & Toubro, Hyder Consulting, Worley Parsons, Besix, Ali Al Swailem Group e IDOM.

Cada consórcio tem empresas com várias disciplinas que são compostas por fabricação de trens, construção de túneis de metrô, obras de construção civil, pontes, sistemas de controle e operação, obras elétricas e mecânicas e projeto e gestão de mega projetos.

Em maio de 2010, a Bombardier recebeu um contrato de US$ 241 milhões da Saudi Oger para o abastecimento de seu sistema de última geração Innovia Monorail 300 em Riade.