sábado, 27 de julho de 2013

Lufthansa reformula divisão de baixo custo para competir com rivais desse segmento

01/07/2013 - Folha de São Paulo

DA REUTERS

A Lufthansa, maior empresa aérea da Europa, lançou a nova marca de sua empresa de baixo custo, a Germanwings, nesta segunda-feira (1º), em uma tentativa de cortar custos e reconquistar passageiros das rivais.

A Germanwings, que está assumindo a maioria dos voos de curta distância da Lufthansa na Europa, busca se reposicionar como uma empresa de baixo custo para viajantes de negócios, oferecendo serviços extras como champanhe e um espaço maior para as pernas dos passageiros.

A Lufthansa encerrou seus negócios de curta distância em janeiro porque vinha perdendo dinheiro, principalmente devido à concorrência de companhias aéreas de baixo orçamento como EasyJet Air Berlin e Ryanair.

O relançamento da Germanwings faz parte do plano de três anos da Lufthansa para impulsionar o lucro operacional do grupo de 1,5 bilhão de euros (US$ 1,9 bilhões) para 2,3 bilhões de euros (US$ 2,9 bilhões) até 2015.

Carsten Spohr, membro do Conselho da Lufthansa, disse que os custos dos Germanwings têm de estar em pé de igualdade com outros empresas e levantou a possibilidade de abandonar as rotas não competitivas.

"Se em algum momento esse não for mais o caso, e mesmo se isso for verdade apenas para algumas rotas, então nós temos que nos retirar dessas rotas ou mesmo de bases operacionais. Nós não queremos isso, claro, e temos que evitar", disse ele em uma entrevista publicada nesta segunda-feira pelo jornal Stuttgarter Zeitung.

Germanwings tem como objetivo registrar um lucro em 2015. Em 2011, a última vez em que publicou os resultados, o seu prejuízo operacional aumentou para 52 milhões de euros (US$ 67,7 milhões), ante 39 milhões de euros (US$ 50,7 milhões) em 2010.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

1900: Inauguração do metrô de Paris

19/07/2013 - Deutsche Welle

A canção parisiense diz: "Metro, boulot, dodo". Ou seja, "metrô, trabalho, dormir". Seria pena se o dia a dia na capital francesa realmente se reduzisse a estes três polos. Mas uma coisa é verdade, o chemin de fer métropolitain, vulgo metro, desempenha um papel central na vida dos habitantes de Paris.

Diariamente, de 5h30 da manhã até pouco antes da meia-noite, ele garante transporte eficiente aos milhões de habitantes da metrópole às margens do Sena. Atualmente, possui 14 linhas com mais de 350 estações, em grande parte subterrâneas. Os túneis do metrô esburacam as entranhas da capital como um queijo suíço, tornando fácil o acesso a praticamente qualquer ponto da cidade.

Mostra mundial impulsionou construção

Mas não foi sempre assim: no dia 19 de julho de 1900, o sistema ferroviário subterrâneo de Paris começou com apenas oito estações da Linha 1, ligando a zona leste à oeste: Porte de Vincennes a Porte Maillot. Os trabalhos de construção duraram quase dois anos. As escavações foram pouco profundas, para reduzir os custos, e algumas ruas, como a Saint Antoine, ficaram semeadas de imensas crateras.

A Linha 1 ficou pronta exatamente a tempo para a Expo de Paris. A ideia de construir um sistema de transportes subterrâneos para a metrópole já datava de meados do século 19, como possível solução para seus crescentes problemas de trânsito.

Porém, o advento da mostra mundial foi o impulso decisivo. Pouco após a inauguração do metrô, 130 mil passageiros já o utilizavam diariamente. Atualmente, há cerca de 6 milhões de usuários, e os veículos partem a cada três ou cinco minutos, para cobrir a demanda.

Os primeiros trens do metrô tinham três vagões de madeira, com dois tipos de instalações: assentos de couro para a primeira classe e bancos de madeira para a segunda. Somente após um trágico incêndio com muitos mortos e feridos, em 1903, é que se passaram a evitar os materiais facilmente inflamáveis. Desde então, os carros são construídos com metal leve e plástico.

Tradição e novas tecnologias

Cada estação do metrô de Paris tem uma "cara" distinta. Algumas, como a Louvre-Rivoli ou a Saint Paul, foram transformadas numa espécie de museu, com grandes vitrines de exposição. Outras são pintadas com cores vivas, como a Cluny la Sorbonne. Ainda outras têm música ambiente ou até mesmo exibem curtas-metragens através de monitores, como a Station Europe.

Nas linhas mais recentes, os trens viajam a cerca de 40 km/h, ou seja, quase o dobro da velocidade média das linhas tradicionais. Sobretudo, o novo metrô dispensa o condutor, trafegando de modo inteiramente automático e quase silencioso. Espessas paredes de vidro protegem ainda os passageiros dos trilhos: apenas com a chegada do trem é que as pesadas portas de vidro abrem-se simultaneamente com as do carro. É o metrô do século 21.

La primera línea de metro del Gran París abrirá en 2020

24/07/2013 - Via Libre

La línea tendrá un longitud de 33 kilómetros, será subterránea y totalmente automática

La Sociedad del Gran París anunció el pasado 15 de julio que su consejo supervisor había aprobado una partida de 5.300 millones de euros para financiar la construcción de la primera fase del proyecto de metro Expresso del Gran París. Ello abarca la parte sur de la línea 15, entre Pont-de-Sèvres a Nousy-Champs, incluida en un proyecto revisado que el Gobierno francés anunció el pasado mes de marzo.

El próximo otoño comenzará la encuesta de información pública y las obras empezarán en 2015, con vistas a que la inauguración se produzca en 2020. La línea, de 33 kilómetros, tendrá dieciséis estaciones y será totalmente subterránea. Los trenes, automáticos, tendrán una capacidad para mil pasajeros cada uno, y ofrecerán una capacidad en la línea de 300.000 viajeros diarios.


También está incluida en este tramo inicial de la inversión, la construcción del centro de control de la explotación, en Champigny sur Marne, junto con un depósito de mantenimiento en el mismo lugar y en Vitry sur Seine. Además, será necesaria la construcción de más depósitos en otras zonas de la red del Gran París. El centro de control gestionará todos los servicios en las líneas 15, 16 y 17.

Funcionará 24 horas al día

El proyecto Gran París fue iniciativa del anterior presidente de Francia, Nicolás Sarkozy, que deseaba establecer "un nuevo plan global para la región metropolitana de París". Ha conducido a un nuevo plan director de transportes para la región de París y a planes para desarrollar varias áreas de los alrededores de la capital.

El plan de transportes se desarrollará en diez años, con un coste de 35.000 millones de euros, que se financiará a través del Estado, los gobiernos locales y emisión de nueva deuda. Una parte importante del proyecto es un ferrocarril automático, sin conductor, que conectará importantes polos empresariales y residenciales como Versalles y el aeropuerto Charles de Gaulle, pero también zonas de las afueras como Montfermeil y Clichy-sous-Bois.

El proyecto sumará un total de 140 kilómetros y funcionará veinticuatro horas al día, con un coste de 21.000 millones de euros. Otros 14.000 millones de euros se destinarán a la ampliación y reequipamiento del metro existente, así como de las líneas regionales y de cercanías existentes.


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