sábado, 16 de maio de 2015

Odebrecht faz melhor oferta técnica em licitação de metrô no Panamá

14/05/2015 - EFE

O consórcio formado pela Construtora Norberto Odebrecht e a FCC Construcciones (Espanha), obteve nesta quinta-feira a melhor pontuação na oferta técnica na licitação das obras da linha 2 do metrô da Cidade do Panamá. 

As pontuações das propostas técnicas foram reveladas hoje em um ato no qual também serão conhecidas as ofertas financeiras e será definido o consórcio que executará a obra, cujo preço de referência foi estabelecido em US$ 1,818 bilhão. 

Qualquer proposta financeira que estiver abaixo de US$ 1,459 bilhão ou acima de US$ 2,182 bilhões será descartada, de acordo com a informação oficial. 

O chamado Consórcio Linha 2, que tem as mesmas empresas que ganharam a licitação para a construção da linha 1, em funcionamento desde 2014, obteve 396 pontos na oferta técnica, que representa 51% da qualificação. Já a oferta econômica representa os 49% restantes. 

A proposta técnica do Consórcio UTE PANAMÁ II, formado por Dragados S.A (Espanha), Ingenieros Civiles Asociados S.A. de C.V. (México) e Graña y Montero, S.A. (Peru), obteve 317 pontos. 

A do Consórcio PANAMetro, integrado pela China Harbour Engineering Company LTD (China), China Railway First Group Co., LTD (China) e Corsan-Corviam Construction, S.A. (Espanha) somou 311 pontos. 

O contrato para a construção da linha 2 consiste nos serviços de engenharia de projeto, construção das obras civis, instalações auxiliares e estações, provisão e instalação do sistema integral ferroviário, que inclui o material rodante e início do serviço, de acordo com informações oficiais. 

A empresa que vencer a licitação terá um período de 46 meses para concluir a obra, que inclui 16 estações e 22 quilômetros de extensão. 

A linha 1 do metrô, de 16 quilômetros, foi construída pela Odebrecht e a FCC por cerca de US$ 2,1 bilhões e entrou em funcionamento em abril do ano passado. 


Fonte: EFE
Publicada em:: 14/05/2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Odebrecht e FCC ganham licitação de linha de metrô no Panamá

15/05/2015 - Época Negócios

O consórcio formado pela Construtora Norberto Odebrecht e a FCC Construcciones, da Espanha, venceu nesta quinta-feira a licitação da linha 2 do metrô da Cidade do Panamá. O chamado Consórcio Linha 2 apresentou a melhor oferta financeira, de US$ 1,857 bilhão, entre os três participantes da licitação, e também obteve a melhor nota em sua proposta técnica.

O preço de referência da licitação era de US$ 1,818 bilhão, e a oferta que mais se aproximasse, segundo uma complexa fórmula estabelecida, seria a melhor avaliada, não necessariamente a mais baixa.

A oferta econômica tem um peso de 49% no concurso internacional, e a proposta técnica, 51%, que Odebrecht e FCC também levaram a melhor com ampla vantagem.

Há um prazo de cinco dias úteis para apresentar recursos contra o resultado da licitação, e se isso não ocorrer, será confirmado o resultado de hoje.
O contrato para a construção da linha 2 consiste nos serviços de engenharia de projeto, construção das obras civis, instalações auxiliares e estações, provisão e instalação do sistema integral ferroviário, que inclui o material rodante e início do serviço, de acordo com informações oficiais.

A empresa que vencer a licitação terá um período de 46 meses para concluir a obra, que inclui 16 estações e 22 quilômetros de extensão.

A linha 1 do metrô, de 16 quilômetros, foi construída pela Odebrecht e a FCC por cerca de US$ 2,1 bilhões e entrou em funcionamento em abril do ano passado.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Flórida vira refúgio de abastados da Venezuela

11/05/2015 - Folha de São Paulo

O condomínio Oasis, em construção na cidade de El Doral, na grande Miami, terá 132 casas com valor inicial de US$ 1,5 milhão.

Ao menos cem foram vendidas para uma nova categoria de estrangeiros que está injetando fortunas na economia local: os venezuelanos.

Fugidas da violência ou vítimas das medidas econômicas do governo socialista, milhares de famílias abastadas vêm se mudando para Miami e arredores, levando consigo economias pessoais e dinheiro para investir.

O número de venezuelanos legais nos EUA saltou de 91 mil em 2000 para 259 mil em 2012, segundo dados oficiais. Cerca da metade vive na Flórida, e em especial em El Doral, apelidada de Doralzuela.

"Sempre houve venezuelanos em Miami, mas antes eles vinham a passeio. Hoje eles vêm para ficar", diz o prefeito de El Doral, Luigi Boria.

Ecoando opinião unânime, Boria vê um salto no fluxo de chegadas desde 2012, no embalo da deterioração da situação na Venezuela.

O impacto econômico dessa migração ainda não foi medido, mas sinais saltam aos olhos, principalmente no setor imobiliário.

Quase metade dos compradores latinos de imóveis na Flórida são venezuelanos, 87% dos quais pagam em dinheiro vivo, diz a corretora International Sales Group.

Em El Doral, quase todos os corretores são venezuelanos, para atender à nova classe de clientes, muitos dos quais não dominam o inglês.

Dos US$ 2 bilhões investidos no projeto Midtown Doral, um complexo de casas e shopping em construção, 80% saíram do bolso de venezuelanos, segundo Boria.

"Fala- se muito em El Doral, mas venezuelanos compram também em áreas centrais, como Brickell. Uns querem residências, outros usam como investimento", diz o corretor Francisco Angulo.

Outro setor visado pelos venezuelanos é o de exportação- importação. "É uma maneira de manterem contato com a Venezuela, onde muitos ainda têm negócios", diz a consultora Maria Antonietta Díaz, especializada em amparar recém- chegados.

Venezuelanos também são grandes consumidores de artigos de luxo. "Minha melhor clientela estrangeira é da Venezuela", diz Nelson Velez, gerente da seção Porsche na The Collection, uma das concessionárias mais exclusivas de Miami.

Na reluzente nova loja da Apple em Miami Beach, o que mais se ouve é o sotaque dos clientes venezuelanos.

A maior parte da comunidade é antichavista. Mas Miami também abriga boliburgueses, empresários que enriqueceram graças a contratos com o governo.
 
CHOQUE CULTURAL

Nem tudo é fácil para investidores venezuelanos em Miami. O empresário Alberto J. chegou há três semanas, mas já pensa em voltar para Caracas.

domingo, 10 de maio de 2015

Tradicional táxi londrino será elétrico em 2018

09/05/2015 - O Globo


Os ortodoxos táxis pretos de Londres estão para sofrer uma transformação radical: até 2018, ganharão uma versão híbrida tipo plug in. Serão veículos elétricos, com baterias carregadas por meio de tomada e o auxílio de um pequeno motor a gasolina para aumentar a autonomia.

Desde 2013, a London Taxi Company pertence ao grupo chinês Geely (dono também da sueca Volvo). A produção dos black cabs híbridos se dará em uma nova fábrica, em Ansty, na Inglaterra. Para tanto, a Geely fará um INVESTIMENTO de £ 250 milhões - o equivalente a R$ 1,13 bilhão.

O novo táxi se chamará TX5 e manterá a tradicional silhueta dos atuais TX4 equipados com motor turbodiesel da italiana VM Motori. É um design que descende diretamente dos Austin FX4 (1958-1997).

Londres é uma das cidades mais empenhadas em apoiar os carros elétricos para reduzir emissões. Desde o início deste ano, outro modelo de táxi híbrido plug in já roda pelas ruas da capital: são os Metrocab, da rediviva Frazer-Nash. Esses black cabs pós-modernos são capazes de rodar 600km entre cada recarga na tomada. Tamanha autonomia só é possível com a ajuda de um motorzinho 1.0 a gasolina que serve como gerador - o consumo do combustível fóssil fica na casa dos 40km/l.

Você acha que táxis "emissão-zero" são coisa nova? Pois saiba que, em 1897, carruagens eletricas Bersey já levavam passageiros (dois de cada vez) pelas ruas da Inglaterra vitoriana. Eram 75 táxis que rodavam à velocidade máxima de estonteantes 15km/h em absoluto silêncio e sem vibrações, fumaça ou vapor.

O problema era, desde então, a autonomia reduzida: apenas 50km entre as recargas. Daí que a fábrica Bersey saiu de cena em 1899 - quatro anos antes de os primeiros táxis a gasolina chegarem às ruas de Londres!


terça-feira, 5 de maio de 2015

Alstom entrega trem para o Metrô de Los Teques, na Venezuela

05/05/2015 - Via Trolebus

A Alstom está fornecendo novas composições para o Metrô de Los Teques, na Venezuela. O primeiro de 22 composições com seis carros já foi enviado ao país. Nove composições do modelo Metropolis serão entregues antes do final do ano.


O trem, que foi fabricado na França, levará três semanas para viajar a partir do porto de Le Havre para Los Teques. Na chegada, devem ser iniciados os testes para que o trem ingresse a frota, com previsão de operação para o fim deste ano.


A nova frota deverá operar na Linha 2. O Metro de Los Teques foi inaugurado parcialmente em 3 de novembro de 2006. Foi construído para unir a cidade de Los Teques e a capital venezuelana, Caracas e desafogar o trecho da Rodovia Panamericana que corta as duas cidades. Possui integração com a estação Las Adjuntas do Metrô de Caracas.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Coreia do Sul inaugura monotrilho

04/05/2015 - Via Trolebus

A cidade de Daegu ganhou um sistema de monotrilho. As construções iniciaram em julho de 2009, e após seis anos foi inaugurada a nova linha com 24 quilômetros de extensão, 30 estações e uma frota de 28 trens.

A fabricação das composições ficou por conta da empresa japonesa Hitachi e pela empresa coreana Woojin. O monotrilho faz parte do sistema metroviário da cidade, denominado "Linha 3″. É esperado que sejam transportados cerca de 160 mil passageiros por dia, com um intervalo entre trens de 5 minutos nos horários de maiores movimentos.